sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Minha Jornada Empreendedora

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Um grande abraço!

https://mundosoul.com/minha-jornada-empreendedora/



Olá amigos! Agradeço enormemente todos que entraram em contato via e-mail (dos quais muitos conversei pelo whatsapp). Muita gente qualificada.

Eu, depois de largar a procuradoria federal, e ser “Independente Financeiramente” parece que resolvi explorar de vários ângulos o mundo dos negócios.

Minha Jornada Empreendedora.

Os Primeiros Livros

Nessa minha caminhada inicial, venho aprendendo bastante, até porque a curva de aprendizado em qualquer nova área geralmente é bem acentuada nos primeiros meses.

Um conhecido que trabalha numa grande empresa me sugeriu a leitura de dois livros:

Do Sonho à Realização
Livro bem interessante sobre a importância do foco total no cliente para validação da tese de negócio

 

Start Up Enxuta
Não comecei a ler ainda esse livro, mas pelo que li esse conceito de empresas mais enxutas é derivado do livro “Do Sonho à Realização”

Só com o insight do primeiro livro talvez não tivesse cometido alguns erros básicos no meu primeiro investimento “anjo” em uma das minhas empresas de tecnologia.

Pode parecer simples, pode parecer banal, mas antes de qualquer coisa, é preciso validar o cliente, mesmo para um mercado que ainda em teoria não existe, e fazer com que o produto e serviço satisfaça esse cliente, e não a uma ideia pré-concebida sem qualquer validação.

E, sim, no começo, as empresas precisam ser enxutas. Pode-se validar uma ideia gastando 5-10 mil reais, e não já colocando 300-400 mil. Assim, pode-se testar inúmeras ideias, até que uma possa ter tração.

Uma Reunião

Na última quarta-feira, para validar uma ideia que pode ter um potencial gigantesco num mercado inexplorado no Brasil que com certeza vai chegar na centena de bilhões de reais nos próximos anos, paguei um consultor para realizar um Business Model Canvas.

Não sabia o que era isso, apenas que Canvas significa moldura na nossa língua.

E é bem isso. Uma moldura, onde a troca de ideias e o brainstorm direcionado, faz com que as conexões sobre valor produzido ao cliente, canais de distribuição, segmentos de clientes, estrutura de custos, receitas, atividades chaves, parceiros chaves, etc, possam ser construídos e interligados de uma maneira muito mais fácil e dinâmica.

Foi muito boa. Era para durar 3 horas, durou 4 horas e meia. A ideia não só foi num primeiro momento validada, mas como ela na verdade pode abranger muito mais tipos de clientes, envolvendo imobiliários, investidores qualificados, empresas de turismo, etc.

Depois da reunião, o consultor indicou dois livros que já fiz o pedido de compra:

Mapeamento Experiências
Livro sobre como criar uma “jornada do cliente” mais robusta possível para o comprador. Como tornar a experiência a melhor possível.
Canvas
Livro sobre o método Canvas. Eu gostei muito, qualquer nova ideia, vou pagar alguém bom para coordenar e submeter a ideia a esse tipo de afinamento de ideias.

Carl Jung e Negócios?

Numa outra ideia de negócios (que aliás criei a empresa e já tenho CNPJ e tudo – na perspectiva maior envolve essa empresa, depois a criação de uma gestora de recursos de “endinheirados” e depois talvez a criação de um Fundo FDIC-NP) contratei uma design, que aliás foi a mesma que criou o mundo soul, para me ajudar na criação do site e em alguns aspectos de branding.

Ela é muito boa,  com ótimo preço. Aliás quem precisar de uma profissional assim, só pedir que mando o contato. Círculo virtuoso.

Porém, ela é jovem e está começando.  Por isso, também estou em contato com uma profissional muito qualificada que mora na Suíça que já trabalhou com branding em empresas muito grandes. Ela foi indicada por um bom amigo. Ele me disse que ela ajudou muito na construção do posicionamento de marca da empresa dele.  Resultado: a empresa dele aumentou em 200% o faturamento nos últimos 18 meses, e ele está abrindo uma segunda empresa-filial em Portugal.

Branding é muito mais do que design e logo. É a construção da própria identidade da empresa. É o negócio se conhecer a si mesmo. Tem algo como que socrático nisso.

A profissional que estou trabalhando no design do site, me mandou uma lista de palavras que conversariam melhor com o arquétipo dos meus clientes potenciais.

Com isso, ajudei na construção das palavras do site, para que refletissem essas palavras, para que “conversassem” melhor com o público alvo.

Ela me sugeriu um livro clássico sobre branding:

O Heroi e o Fora-da-Lei
Um livro relacionando arquétipos de Carl Jung com posicionamento de marcas. Eu li apenas 10 folhas, então não posso dizer se é bom ou não.

Há alguns anos eu acharia uma besteira danada “arquétipos com empresas tentando vender calçados? Bullshit”. Mas não. É um ferramental a mais, e pelo que estou estudando, poderoso para compreender o seu negócio e os seus clientes.

Quase todas as pessoas que estou perguntando são taxativas ao dizer que empresas grandes o branding e posicionamento de merca é de onde tudo começa. Marketing, vendas, etc, é tudo baseado no que o posicionamento do branding diz.

Essa minha outra ideia tem uma fricção inicial nos possíveis “clientes”. Eu preciso criar um roteiro de venda que seja bem-feito e compatível com esses clientes, conversando com a estrutura arquetípica.

Também estou em contato com uma profissional só de vendas, para me ensinar e auxiliar nesse aspecto.  E foi me recomendado como melhorar o seu “storytelling” , ainda mais na era de dados, e lá fui eu comprar mais um livro:

Esse meu negócio precisa contar uma boa história para eliminar a desconfiança inicial. Logo, preciso aprender a contar histórias melhores e usar dados para auxiliar

Negociar

Algumas pessoas que me conhecem dizem que sou um bom negociador. Eu não acho.

Sim, antes da minha experiência com leilões e as dezenas e dezenas de operação que fiz, negociando com ocupantes, venda de imóveis, dezenas de corretores de dezenas de diferentes cidades de vários Estados da Federação, eu creio que aprendi a me defender bem.

Hoje em dia consigo na maioria das vezes “farejar” fraquezas em negociadores mais inexperientes.

Mas estou longe de ser um bom negociador.

E para vender um produto, serviço, uma ideia, seja para o Sr. João, seja para um investidor profissional com 20 milhões, você precisa ser um bom negociador.

Procurei alguns livros e comprei esses dois:

Negocie Como se sua Vida Dependesse Disso
Um livro sobre um agente do FBI sobre os métodos que usava de negociação para liberação de reféns. Se funciona para liberar uma pessoa que pode perder a vida, ou seja o negociador não pode falhar, por qual motivo não funcionaria com um pitch de venda para captar dinheiro para uma start up?
Vender é Humano
Esse ainda não comecei a ler

E Você Leitor?

Empreende? Já empreendeu? Pensa em empreender?

O que sabe sobre branding, vendas, modelos de negócios? Compartilhe sua experiência aqui no blog ou mande e-mail para mim para mundosoulcontato@gmail.com ou pensamentosfinanceiros@gmail.com.

Quer falar de investimentos? Interessado em investir em alguma ideia junto comigo? Mande e-mail, conte-me um pouco sobre você que falamos por e-mail ou por whatsapp.

Um grande abraço a todos!

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Seu Clube. Seu Trabalho. Seu lar. Ideal Residence

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Um grande abraço!

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Olá amigos investidores. Lá vou eu novamente falando sobre o mesmo tema. Como é o meu espaço, e ele é pequeno, sinto mais à vontade para fazer esse pequeno “comercial”.

Como Iniciei Investimento em Incorporações?

Muitas pessoas que já leram artigos meus, talvez saibam que adquiri um grande experiência com leilão de imóveis.

Numa das minhas inúmeras compras, adquiri um imóvel muito bem localizado na cidade de Joinville/SC. A operação foi tranquila, e algo em torno de 15-18 meses eu iria encerrá-la com algo em torno de 70-80% de retorno líquido, algo extraordinariamente bom, não só em termos relativos, mas como em absolutos já que não gosto de alavancar.

Quando eu iria vender o terreno, eu resolvi perguntar para um mestre de obra de um pequeno condomínio de três casas de alto padrão que estava sendo construído em minha rua se algum dos imóveis já tinha sido vendido.

“Já foi tudo há alguns meses” foi a resposta. Mas como? Isso era 2019 e o Brasil ainda não estava bem das pernas. “Mas se vendeu tudo e está na metade da obra isso quer dizer que está se construindo com dinheiro dos outros, e a TIR deve ser muito boa” pensei eu.

Por coincidência do destino, uma incorporadora jovem da cidade de Joinville/SC, com uma pegada de sustentabilidade, me procurou oferecendo-me permuta por área construída pelo meu terreno (algo muito comum) na semana que eu tinha recebido uma proposta firme pelo terreno.

Impressionado com o resultado do pequeno condomínio na minha rua, e como o terreno de Joinville era do mesmo tamanho, pensei se não seria possível fazer um projeto semelhante.

Uma reunião aqui, outra reunião ali, e aceitei a proposta da incorporadora, mas eu entraria com o terreno e com 100% do dinheiro, e eles com a construção e gestão.

Nasceu daí o primeiro empreendimento Orleans Residence.

O Novo Projeto: Ideal Residence

Acelerando um pouco,  chego ao terceiro projeto com eles, algo muito mais robusto, com investimento maior, e um VGV (Valor Geral de Venda), para alguém pequeno como eu, considerável.

A ideia principal é trazer a comodidade de um condomínio com vários itens de lazer, e a segurança que um condomínio proporciona, com o fato de se morar numa casa.

Convenhamos é muito melhor morar numa casa. Mais espaçoso, um jardim para fazer exercício, para uma pequena horta. Porém, aqui no Brasil a maioria das casas são de rua, e isso faz com que não haja lazer, e muito menos segurança.

“Mas, casa em condomínio com itens de lazer, existe”. Claro que sim. Mas, geralmente condomínios novos como esse são em áreas de expansão da cidade. Por qual motivo? Porque o terreno é mais barato.

Mesmo numa cidade como Florianópolis, fica difícil imaginar um condomínio de 14 casas (como será o Ideal) num bairro mais central, com áreas de lazer. O terreno seria muito caro, o que tornaria inviável o projeto.

Quando o terreno é muito caro só há uma alternativa: Verticalização.

Em Joinville, porém, ainda há terrenos com preço competitivos em bairros residenciais consolidados e centrais. E aí é possível fazer um projeto como esse que tende a ter uma aceitação grande no público, quem não quer morar num condomínio de casas bacanas numa região legal da cidade por um preço competitivo?

Podcasts e ideias aleatórias: Tornando o Projeto Ainda Mais “Vendável”

Os últimos 3-4 meses tem sido os mais criativos da minha vida profissional. Eu estou com cinco ideias novas de negócio. E elas estão de um jeito ou de outro andando.

Uma bem grande está andando a passos largos, tive a segunda reunião com a designer de um site que estou construindo, e o negócio está ficando muito legal mesmo. Explorando marketing, branding, cores, ideias, quem é o público alvo. Parece coisa de profissional que ela está me entregando por um preço bem barato.

Tenho ouvido muitos podcasts sobre negócio, intercalados com os podcasts gringos que gosto como Joe Rogan, e num deles ouvi um grande incorporador dizendo que com a pandemia as pessoas querem home office, mas elas querem ter a sensação de estarem no trabalho, elas não querem simplesmente um quarto do apartamento/casa adaptado, elas querem mais.

Eu então estava nas minhas andadas pós-almoço (tenho o costume de andar alguns KM após o almoço, isso tem a ver com a ativação de um pathway biológico chamado AMPK que faz com que transportadores GLUT4 sejam deslocados para a membrana da célula sem a necessidade insulina, o que melhora a homeostase da glicose em seu sangue depois de uma refeição com carboidrato – sim sim eu gosto dessas nerdices), meditando em alguma coisa, quando do nada surgiu uma nova ideia.

E se, já que tem bastante espaço e itens de lazer no Ideal Residence, eu eliminar um dos itens, e fazer um office no lugar. Como se fosse um escritório, bem desenhado (o arquiteto da incorporadora é muito competente e criativo), bonito.

Fazer uns 50m2 de um office não seria uma despesa grande, ainda mais dentro do VGV da obra, e isso abriria um novo “pitch de venda”. Pois imagine, a pessoa agora poderia ter um clube, morar numa casa, e ainda trabalhar no mesmo lugar.

Mas esse trabalho seria fora da casa, mas como se fosse dentro. Não dá para ir de cueca, a pessoa pode ter privacidade, sossego dos gritos das crianças, pode receber um cliente, etc.

Se isso já existe em SP, talvez o segredo seja levar para outras cidades porque ainda é novidade. E o Home Office veio para ficar para muitas pessoas, nem que seja alguns dias por semana.

O Slogan

Falei para o arquiteto, ele topou na hora, já está mudando o projeto.

Eu que sou ruim com frases de efeito, e o poder de síntese não é o meu forte (basta ver os meus textos hehe)

Criei o seguinte Slogan.

Seu Clube. Seu Trabalho. Seu Lar

Ideal Residence

Eu gostei! hehe

Algumas Imagens do Projeto Ideal Residence

 

Imagem Por cima
Imagem do Empreendimento
Interno Ideal
Calçamento Interno
Espaço Zen
Espaço Zen
Quadra Beach Tennis
Quadra Beach Tennis
Salão Festa e Piscina
Salão Festa e Piscina
Playoground
Playground
Interno
Interno

 Entre em contato se Você Quiser e Tiver Interesse

Quero facilitar para investidores que possuem pouco capital, ou não querem concentrar muito numa operação, tenham acesso a investimentos como esse.

Quero fazer um trabalho artesanal, fornecer a estrutura jurídica forte e bem-feita, mitigadores de risco, e que o investidor possa ter um investimento como esse de forma mais passiva, que pode ser bastante rentável.

Com isso aumento o meu ciclo de conhecidos (pessoas interessantíssimas tem me procurado, desde professores com doutorado de matemática, profissionais do mercado, promotores de justiça, etc), e posso criar um business, pois serei remunerado por esse trabalho.

É isso.

Se tiver interesse mande e-mail para pensamentosfinanceiros@gmail,com ou mundosoulcontato@gmail.com,  fale um pouco sobre você, sobre por qual motivo se interessou, e nós prosseguimos a conversa dali. Importante diga quais são as informações que você gostaria de ter para se sentir seguro num investimento como esse.

Nesse momento como não são muitas pessoas, posso dar uma atenção mais individualizada.

Se não quiser mandar e-mail nesse primeiro momento, pode deixar mensagem aqui falando sobre suas principais dúvidas, medos de um investimento desse, porque posso daí melhorar mais a comunicação.

Um abraço!

 

 

domingo, 3 de outubro de 2021

Negócios Comigo

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 Olá meus amigos leitores. Tentando dar um ritmo de postagens, cá estou com mais uma.

VAMOS AO QUE INTERESSA

Eu comecei escrevendo sobre fundos imobiliários. Isso foi lá nos idos de 2014, quando não existia tantas informações sobre essa modalidade de investimento.

Lembro que na ocasião, muitas pessoas gostaram muito do que eu escrevia sobre o tema. Tenho até uma série de 3 artigos sobre REITs (uma espécie de FII americano) escrita no ano de 2014 que ainda deve ter o seu valor, pois modéstia à parte ficou bem boa.

Não é à toa que coloquei como nome do blog antigo pensamentos financeiros. Sou muito grato ao tempo e dedicação que coloquei para entender os conceitos de finanças mais básicos  e alguns mais avançados.

Sou também muito grato aos diversos blogs amadores de finanças que li durante muitos anos, e comentários construtivos nesses mesmos espaços.

Porém, apesar de não escrever mais com frequência nos últimos três anos, quando escrevia não me interessava mais tanto em finanças, pois realmente esse tema não me chamava mais tanta atenção, já que havia outros assuntos mais “bacanas” em minha opinião para devotar a minha atenção.

Isso mudou nos últimos meses.

SOULSURFER (THIAGO) INC.

Estou numa fase muito criativa, onde toda semana brotam inúmeras ideias de negócios. Se elas são boas, se vão para frente, se apenas me iludo, não sei, mas que estou tendo ideias razoavelmente boas, acho que isso estou.

Algumas delas já estão se corporificando. Ontem, por exemplo, o meu novo sócio num negócio me convenceu de que deveríamos pensar grande, e estruturar o negócio pensando em três CNPJ diferentes, envolvendo desde a criação de uma gestora, passando por FDIC-NP e uma simples Ltda.

Estou muito empolgado com esse negócio, inclusive falando com designer, especialista em branding, procurando profissional de vendas para me ajudar a bolar um bom story telling, etc, etc.

Além desse, tenho mais umas 3-4 ideias, algumas que caminho para tirar do papel também, e uma delas pode ser que possa interessar você prezado leitor.

PARTICIPANDO DE NEGÓCIOS COMIGO

Eu invisto em algumas incorporações como único investidor.  Venho aprendendo bastante, estou inclusive fazendo um curso da FGV apenas sobre viabilidade econômico-financeira para incorporações.

Percebi que pode haver um mercado voltado para investidores que querem esses investimentos “alternativos” (que de alternativos não tem nada) mas que não sabem como, e principalmente não tem o dinheiro suficiente.

Para minha grata surpresa enviei mensagens para um grupo de conhecidos, de diversos grupos diversos, e a esmagadora maioria ficou interessado, especialmente porque seria eu que estaria junto.

Em relação a leitores desse espaço, que eu tinha o whatsapp porque fizeram consultoria comigo ou me procuraram, a resposta foi de 100% gostariam de participar mesmo com um ticket mínimo de 100 mil.

Vi então que investimentos, como tudo na vida, é muito CONFIANÇA. E, as poucas pessoas que conhecem meus escritos, algumas delas talvez confiam em mim porque talvez passo alguma seriedade e credibilidade. Fiquei muito feliz com isso, e percebi que isso pode ser um ativo meu.

Então, se você é leitor, e talvez queira participar de um ramo lucrativo, lastreado no mercado imobiliário, quem sabe não venha se juntar num futuro próximo?

Meu Novo Projeto em fase de lançamento (sou o único dono). São projetos como esse que quero tornar acessível a investidores


Por enquanto é isso,

Um grande abraço!

obs: estou fazendo, como fiz há 40 dias, apenas uma consulta informal para formar uma base de uns 40-50 interessados. Ainda não há um projeto formal para apresentar, mas há uns 2-3 no pipeline.

obs1: pretendo, se realmente isso for a frente, fazer algo bem transparente e profissional no sentido de contratar consultores para preservar os interesses de quem investir das mais diversas formas.

obs2: se quiser mais informações, mande e-mail para pensamentosfinanceiros@gmail ou mundosoulcontato@gmail.com dizendo quem você é, por qual motivo gostaria talvez de investir e contando um pouco de sua história.

obs3: quero voltar a escrever mais, e aos poucos vou falando mais do que venho fazendo, inclusive sobre esse projeto de ser uma ponte entre investidores com pouco capital e incorporações por meio de um trabalho mais artesanal do que plataformas de crowdfunding fazem.

Um abraço!

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

O que estamos fazendo com nossas Crianças?

 LEIA ESSE TEXTO NO SITE MUNDO SOUL!

https://mundosoul.com/o-que-estamos-fazendo-com-nossas-criancas/

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E aí pessoal, quanto tempo. Muitos meses que eu não escrevia nada. Esses últimos meses estão sendo bem desafiadores e bacanas nas mais variadas esferas da minha vida. Espero voltar a escrever com mais constância.

Nossa Maior Responsabilidade

Você leitor talvez não seja Pai ou Mãe. Talvez a maior parte dos leitores não sejam papais ou mamães, e por esse fato, talvez seja um pouco mais difícil de entender, ou até mesmo concordar, com minhas próximas frases. Não tem problema!

Eu acredito que a maior responsabilidade de uma geração de seres humanos é deixar um mundo melhor para a próxima geração. É exatamente por esse motivo que a questão ambiental e do uso não racional dos recursos do nosso planeta pensando apenas nos desejos, prazeres e necessidades de nossa geração um dos atos mais antiéticos que nós coletivamente praticamos.

Mensalão? Petrolão? Bolsonaro e suas maluquices? Tudo, em minha visão, empalidece em termos morais quando pensamos em quão abjeta é a postura de colocar os interesses da geração presente a frente das inúmeras gerações vindouras.

Não gosto de pensar em termos assim tão amplos, tão “coletivos”. Perfeito. A maior obrigação de um Pai ou Mãe, em minha opinião, é com o bem-estar físico, psíquico, emocional e espiritual dos seus filhos.

Não é fácil. Criar nossa filha do jeito que achamos correto, para tentar produzir uma jovem que poderá ser capaz de explorar todos os potenciais humanos, sem sombras ou ansiedade, e com empatia para com os outros, é uma tarefa árdua minha e da minha companheira.

É preciso atenção de qualidade, é preciso paciência, é necessário estudar vários tópicos, etc. É extremamente recompensador, pois não tem nada mais bonito e tocante do que ver a sua filha te abraçando e descobrindo o mundo. Mas não é fácil, é preciso fazer escolhas, e é preciso abrir mão de vontade e desejos pessoais.

Você até pode achar, ou acreditar, que não possui responsabilidade em relação a outros, mas apenas a si próprio. É uma forma de ver a vida e há muitas pessoas inteligentes que pensam assim. Não é como eu vejo a realidade.

Não pensarmos sobre as gerações vindouras, ou o que é pior, deixar um mundo muito pior para elas, é como agredir alguém que não pode se defender, é como dar um tapa num recém-nascido de 20 dias. Se a cena de agredir um bebê de poucas semanas é abjeta, é como deveríamos nos sentir talvez eticamente sobre deixar um mundo pior para as próximas gerações.

O Covid e as Crianças

A crise de COVID se alastra pelo tempo. Quem me conhece, ou gosta do que escrevo, sabe que no começo, por pura curiosidade, fiz uma série de vários artigos sobre vários aspectos técnicos de saúde. Entrevistei inclusive pesquisadores famosos no meu podcast. Isso faz mais de 14 meses.

De lá para cá muita coisa mudou, inclusive em termos de ciência, e eu fico abismado como muitas pessoas, inclusive cientistas, continuam repetindo coisas como se a gente tivesse em março de 2020. Isso não faz o menor sentido.

Uma das ferramentas mais impressionantes de análise da realidade é pensar sobre acontecimentos pro meio de uma lógica de estatística bayesiana. Não, eu não entendo profundamente estatística, mas sei compreender o conceito central dessa forma de analisar o mundo:

AS PROBABILIDADES DOS EVENTOS FUTUROS E INCERTOS DEVEM SER AJUSTADAS CONFORME NOVAS INFORMAÇÕES OCORRAM.

Um exemplo prático sobre o Sars-CoV-2? Em março de 2020 eu passava álcool,  minha mulher ir ao supermercado de luva, etc, etc. Isso fazia sentido na época, pois não se sabia qual era a forma de transmissão, nem a probabilidade de cada forma de transmissão. O alcool, luvas, etc, serviam para minimizar o risco de contágio via superfície de objetos.

Acelere o relógio para setembro de 2021. Faz mais de 14 meses que eu não uso álcool (eu não gosto de passar nenhum produto químico de forma desnecessária no meu corpo), usar aquelas luvas de plástico para se servir num restaurante a quilo não faz o menor sentido (na verdade só cria um passivo ambiental), assim como outras posturas. Por quê? Ora, porque está mais do que claro que a transmissão via superfície é extremamente rara, se é que ela ocorre.

Porém, nós socialmente não utilizamos o modelo mental bayesiano de readequar as probabilidades, e por via de consequência nossas atitudes, no tocante ao uso de álcool, luvas, etc. Isso é irracional.

E isso vem acontecendo em relação às nossas crianças, a nossa maior responsabilidade enquanto pais, sociedade e Nação.

Alguns fatos sobre COVID e crianças:

  1. A chance de mortalidade é minúscula. Um estudo feito na Inglaterra mostrou que a chance de crianças e adolescentes de se hospitalizarem por COVID foi uma em 50 mil. De morrerem UMA EM 500 MIL.  Isso porque pegaram adolescentes, se fossem crianças pequenas, isso seria ainda menor. Dos 25 jovens que morreram na Inglaterra de morte atribuída ao SARS-CoV-2. Da esmagadora maioria do número já muito pequeno que morreu de jovens possuía graves comorbidades, ou seja, já eram crianças/jovens muito frágeis em primeiro lugar.
  2. Se alguém for no site do CDC  e  observar as estatísticas desse órgão de saúde americana observará que morreram 172 crianças de 0 a 4 anos nesse país de abril de 2020 a setembro de 2021. Há cerca de 20 milhões de crianças nessa faixa etária nos EUA. Isso dá uma morte a cada 120 mil crianças. Não há estatísticas sobre a existência ou não de comorbidades nessas crianças. E, se retirasse as mortes ocorridas em bebês de 0-1 anos (segundo uma estatística que não consigo mais encontrar e o sentido da exclusão seria que essas crianças são muito frágeis) as mortes ficariam em linha com o estudo feito na Inglaterra.
  3. Se o leitor for em outra página do CDC observará as estatísticas sobre a temporada de gripe nos EUA na temporada de 2018-2019 (a temporada de gripe vai de outubro a maio do próximo ano, ou seja, oito meses).  Foi uma temporada de baixa-média mortalidade, não foi uma temporada forte. Sabe quantas crianças de 0 a 4 anos morrerem de gripe?  266. Numa temporada fraca-média de gripe em 8 meses morreram 266 crianças. De mortes atribuídas a COVID foram 172 em quase 18 meses.
  4. Crianças, especialmente as mais jovens, não são bons vetores, ou seja, transmissores da doença para adultos. Você pode procurar mais informações, deixo apenas um link de uma reportagem da National Geographic falando sobre um estudo na Islândia.

Em março de 2020 ficar muito preocupado com a saúde das crianças fazia todo e total sentido, inclusive tomando medidas que obviamente trariam malefícios a elas. Mas entre um risco desconhecido e talvez um leve risco de algumas medidas temporárias, era racional e justo, temer o desconhecido.

Porém, amigos, as informações mudaram. Crianças saudáveis tem uma chance absolutamente remota de hospitalização e quase inexistente de morte. A gripe, ao menos nos EUA, mata muito mais crianças de zero a quatro anos do que COVID, e eu ao menos nunca vi nenhum pânico generalizado por causa disso. E além de tudo crianças são pouco transmissíveis da doença, apesar de em relação a variante delta isso estar mudando um pouco.

O que estamos fazendo com nossas crianças?

A Catástrofe Atual e a que se Aproxima

Mas e daí? Você pode estar perguntando. O que estamos fazendo de tão errado em relação a crianças. É tão ruim assim usar máscara, deixar as crianças em casa e deixá-las cada vez mais imersas no mundo online de aprendizado.

Não é ruim, amigos, é uma verdadeira catástrofe que iremos nos arrepender profundamente.

Nos EUA, e não há razão para pensar que no Brasil tenha sido muito diferente, houve uma explosão de obesidade infantil. Eu não disse aumento, mas sim explosão.

Em um estudo longitudinal publicado pelo CDC nessa semana  esse órgão de saúde americano chegou a conclusão de que o número de crianças acima do peso ou obesas na faixa etária de 5-11 anos saiu de 36% para 46% no último ano. Os EUA já lutam com o problema de obesidade infantil, sendo talvez um dos maiores problemas de saúde pública daquele país. O aumento de 10% nessa faixa etária é assustador.

Para se ter ideia esse aumento equivale a todo aumento de obesidade observado nos últimos 20 anos! Em um ano a obesidade, que já era muito grande, subiu tanto como nos 20 anos anteriores.

O número de diagnósticos de crianças com diabetes tipo 2, que era uma doença quase que desconhecida em crianças há 20 anos, aumentou quase 70% no último ano. Isso já é uma consequência direta dessa explosão de obesidade. Diagnosticar uma criança de 10 anos diabetes tipo 2 é algo tão absurdo, que só uma sociedade doente sem qualquer responsabilidade pelas suas crianças deixa isso ocorrer.

Crianças obesas terão mais depressão, menos baixa-estima, ganharão menos, terão mais doenças crônicas e viverão menos. Sim, haverá queda na expectativa de vida, haverá diminuição drástica da expectativa de anos com qualidade de vida, a economia se enfraquecerá e os gastos com saúde serão ainda maiores, pois tratar de doenças crônicas custa muito dinheiro.

O que estamos fazendo com nossas crianças?

 Nós humanos evoluímos para ver o rosto e as emoções das outras pessoas. É como nós fomos constituídos geneticamente. Eu estou treinando Krav Maga há uns meses, e só vi o rosto do meu professor uma única vez, até brinquei com ele sobre esse fato. É estranho conviver com pessoas assim, mas talvez em relação a adultos, apesar de piorar a qualidade das interações, o benefício de usar uma máscara para conter a transmissão de um vírus que se transmite pelo ar faça sentido.

Mas, para crianças? Elas tem uma chance muito pequena de qualquer coisa de ruim acontecer, elas não são bons vetores da doença, por qual motivo elas devem usar máscaras? E os prejuízos de usar máscaras?

Os benefícios são teóricos e talvez muito diminutos. E os prejuízos? Esses são bens reais. Ao contrário de adultos que já se desenvolveram, crianças pequenas precisam ver o rosto de outras crianças e de adultos. Não é um capricho. Não é algo estético. É uma necessidade biológica vinda da nossa evolução.

Uma criança irá olhar o rosto de um adulto, e verá se ele ficou triste, feliz, brabo, com alguma atitude que ela tomou. Irá relacionar atitudes a emoções, irá aprender por conta própria a comunicação não verbal. Isso é essencial para o desenvolvimento de crianças saudáveis do ponto de vista físico e mental. De crianças que viraram jovens e saberão navegar nas complexidades e nuances da comunicação humana seja verbal, como não-verbal.

Ao se colocar uma máscara nas crianças, e nos cuidadores dessas crianças, isso tudo é muito prejudicado. Qual a consequência? O tempo irá dizer quão ruim será, eu temo que seja muito, mas muito ruim.

A OMS inclusive não recomenda o uso de máscaras em crianças abaixo de cinco anos.  Em crianças de 5 a 11 anos, a OMS recomenda o uso de máscaras apenas se houver seis requisitos cumulativos, e um deles é o seguinte:

  • Potential impact of wearing a mask on learning and psychosocial development, in consultation with teachers, parents/caregivers and/or medical providers (“potencial impacto do uso de máscara no aprendizado e desenvolvimento psicosocial, em consulta com professores, pais/cuidadores e médicos”)

Ou seja, o órgão mundial de saúde não recomenda máscara para crianças de cinco anos, e para crianças de 5-11 anos (que já se desenvolverem bem mais do que crianças na primeira infância), o uso de máscara deve levar em conta se isso não vai atrapalhar o desenvolvimento saudável da criança.

A OMS diz isso desde agosto de 2020, há mais de um ano portanto. Eles sabiam que o uso de máscara em crianças de 5-11 anos seria deletério, e em crianças abaixo de cinco anos não seria deletério, mas seria catastrófico para o desenvolvimento delas, é algo quase que criminoso.

Em bebês até 1-2 anos, particularmente, a situação é ainda potencialmente pior, como esse artigo científico The implications of face masks for babies and families during the COVID-19 pandemic: A discussion paper propõe.

O que estamos fazendo com nossas crianças?

Tira máscara, põe máscara. Vírus letal, vírus não letal. Vacinas são a solução para a saída da pandemia, vacinas não colocarão fim a pandemia. Se isso é até difícil de entender para adultos bem informados, imagina para jovens de 7-8 anos?

Há cada vez mais relatos de jovens que se sentem mais seguro e à vontade usando máscaras. Imagina uma criança tímida, a máscara causa um anonimato reconfortante. Mas nem tudo que é reconfortante é necessariamente útil e adequado para o desenvolvimento de um ser humano.

Será que não estamos criando uma geração de pessoas ansiosas, com desejo de esconder suas emoções, não se importando com as emoções dos outros? Como um adulto com essa mentalidade ou esse desenvolvimento vindo da infância irá navegar num mundo cada vez mais complexo de interações humanas?

O que estamos fazendo com nossas crianças?

Lute pelas nossas crianças, ou ao menos pelo seu filho. É nossa (sua) maior responsabilidade.

TEMPOS DIFÍCEIS PRODUZEM HOMENS FORTES. HOMENS FORTES PRODUZEM TEMPOS FÁCEIS. TEMPOS FÁCEIS PRODUZEM HOMENS FRACOS. HOMENS FRACOS PRODUZEM TEMPOS DIFÍCEIS.

Não sejamos a geração fraca que produzirá tempos muito difíceis para as novas e vindouras gerações.

Um abraço a todos!