domingo, 8 de janeiro de 2017

O OCASO DAS VIDEOLOCADORAS E A (LEVE)TRISTEZA EM MEU CORAÇÃO.


  Olá, colegas. Ontem foi um dia muito interessante. Muitas coisas diferentes ocorreram, algo muito comum quando se viaja (principalmente se é uma jornada mais longa), mas incomum quando se está em casa e numa certa “rotina”. Por isso, foi bem agradável o dia de ontem. 

 Um dos momentos interessantes foi ter entrado numa videolocadora. “Como assim, Soul? O que isso pode ter de interessante?”. Eu já disse algumas vezes que gosto muito de ver filmes, e por causa disso fazia parte da minha rotina no Brasil alugar filmes uma ou às vezes duas vezes por semana. Sim,  eu sabia que o negócio em questão estava cada vez menor, e que talvez houvesse formas mais eficientes e baratas de se assistir filmes, mas eu gostava do ritual de ir numa loja para escolher um filme.

 Ao voltar para a minha cidade há uma semana, reparei que a viodelocadora que eu frequentava não mais existia. “Que droga!”, pensei comigo mesmo. Resolvi andar pelas ruas do bairro e percebi que outras duas videolocadoras deixaram de existir nestes dois anos que fiquei fora do país. Ainda haveria alguma locadora no meu bairro?

  Pesquisei na internet e aparentemente ainda existia uma a alguns quilômetros de onde moro. Fiz então uma rápida pesquisa na internet, e descobri que 2015-2016 foram os piores anos para esse segmento. O serviço de streaming de prestadores de serviço como o NOW da NET literalmente está acabando com a viabilidade financeiras de videolocadoras.

  Depois de almoçar, dirigi-me à loja. Abri um cadastro e perguntei para o proprietário como ele estava conseguindo se manter. Ele me respondeu que se não fossem pelas bebidas, ele já teria fechado as portas também, que o movimento tinha caído mais de 50% na locação de DVDs. O dono da loja tinha transformado metade da locadora numa loja de bebidas alcoólicas. Nos vinte minutos que fiquei escolhendo três filmes e conversando com ele, passaram uns quatro clientes e todos compraram bebidas, nenhum se interessou pelos filmes ali dispostos.

 Ao ver a situação, ao conversar com o proprietário e ver todos aqueles filmes, tenho que confessar que me bateu um sentimento de tristeza. Lembrei-me de como as videolocadoras me acompanharam por quase todas as fases da minha vida.  

  Da minha  mãe falando comigo ao telefone quando tinha seis anos “Menino, para de assistir esse Indiana Jones, já vamos pagar  uma bela multa por atraso na devolução”, passando pela primeira vez quando adolescente pegando um filme pornô no meio de outros quatro que eu tinha alugado apenas para disfarçar a vergonha,  continuando quando jovem na faculdade ia com colegas assistir algum filme polêmico para podermos discutir depois de fazer o macarrão tradicional da “raça" que consistia em molho branco com presunto, desembocando nas centenas de filmes que assisti junto com a minha companheira nestes últimos anos.

  É, o ato de escolher um filme numa loja física esteve muito presente na minha existência até os dias de hoje. Olhei para os Blu-Ray enfileirados, que já foram DVDs, que já foram VHS, e fiquei triste. Quase uma lágrima escorreu pelos meus olhos. “Está de Brincadeira né Soul, tudo isso por causa de uma videolocadora?”

  Não, colegas, tudo isto pelo sentimento de saudade e nostalgia que à medida que vamos envelhecendo vai ficando mais presente nas nossas vidas. Pensei no meu Pai e Mãe e imaginei se eles sentiam saudades de coisas que não mais existem. Afinal, se é verdade que nós nos tornamos o que experimentamos, parece-me natural que de certa maneira possamos nos sentir entristecidos quando certas referências culturais, arquitetônicas, gastronômicas, etc, etc, deixam de existir.

  Devemos então salvar as videolocadoras? O governo deve intervir? Impedir serviços de streaming?  Evidentemente que não. A mola propulsora de nossa economia, e de parte do nosso desenvolvimento humano, é a inovação. Ora, se eu posso “alugar" um filme no conforto da minha casa, sem precisar me descolar duas vezes para uma loja física, inegavelmente o serviço de aluguel de filmes se tornou muito mais eficiente. Qualquer interferência que não a dos consumidores seria extremamente deletéria.

  A minha reflexão neste artigo não é para negar a realidade, ou mesmo para dizer que o mundo de alguma maneira ficou pior. Nada disso. O nosso desenvolvimento tecnológico a todo tempo está destruindo serviços e produtos e criando outros novos. É a destruição criativa, termo muito utilizado por economistas.

 Além do mais, estamos sempre como indivíduos em constante mudança, assim como a realidade que nos cerca. A única forma de encontrarmos satisfação nessa vida é aceitar esse fato. Nada mais, nada menos.  Esse é talvez um dos maiores ensinamentos que alguém pode aprender na vida, não é à toa que é um dos pilares do Budismo.

  Não é sobre como enriquecer, ou ser mais produtivo, ou mais influente, ou mais generoso, o ensinamento mais poderoso para o  bem-estar humano, e compreensão da vida,  é aceitar que as coisas estão em eterna mudança. 

 O filho cresce, a saúde se debilita, os vizinhos mudam, as profissões se transformam, os ícones morrem, os ícones nascem, e a realidade continua existindo, não importando o que pensamos sobre as mudanças. Podemos nos frustrar, ou podemos aceitar esse aspecto da vida.

  Logo, a tristeza, a nostalgia, que senti ao observar aqueles filmes enfileirados de certa forma é uma maneira de não aceitar a realidade, de forma leve é claro, mas mesmo assim é uma forma de não aceitar a eterna mudança de tudo. 

  Porém, somos humanos, não é mesmo? Podemos chegar perto de compreender e colocar em prática o maior ensinamento para se ter uma vida satisfeita, mas é difícil aplicar em todos os aspectos e a todo tempo. Além do mais, como já dizia a bela música




  Talvez um “caldinho" de nostalgia e tristeza sejam importantes para que possamos realizar algumas tarefas nesta vida. Talvez a tristeza inicial se transforme numa alegria posterior ao percebermos que o que nos causa tristeza por não mais existir hoje, nos causou alegria por existir ontem, e por que não ser grato por isso?


  É isso colegas, um grande abraço!

38 comentários:

  1. Olá Soul,

    Esse seu post me fez lembrar do dia em que li para minha mãe o livro "Quem mexeu no meu queijo" (já o leu certo?) Ela estava precisando entender que as coisas mudam, e que ao não aceitarmos acabamos ficando para trás...(hoje vejo o quão bom foi ter lido para ela)

    Abraços!

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    1. Olá, I.Inglês!
      Não, nunca li. Conheço o livro, pois é bem famoso, mas nunca o li.
      É um belo ensinamento, não é mesmo?
      Abraço

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    2. Sim muito belo. E ajudou muito não só a minha mãe como eu também. E o livro é curtinho, +oi- 100pg

      Recomendo viu!

      Abraço

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    3. Pode falar mais a respeito desse livro? Qual é a temática?

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    4. Anônimo, vou falar dele em meu blog.. passe lá http://investidoringles.blogspot.com

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  2. Saudades das locadoras tb. Hj ficou tudo fácil demais, basta clicar aqui, clicar ali... tudo virou commodity. Além dos clássicos da video-locadora da esquina, lembro-me da minha turma lá na cidade do interior onde nasci, juntava uma galerinha, fazíamos uma vaquinha, e pedíamos para um vizinho que já era "de maior" alugar um filme pornô. Aí a fita ia passando de casa em casa. Acabávamos tendo que pagar multa pois alguns colegas se apaixonavam pela atriz e seguravam a fita, rs. Hj tá tudo no XVideos, commodities...

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    1. Olá, UB! hehe é mesmo rapaz?
      O pessoal da nossa idade, como o guardião aí embaixo, com certeza tem histórias para contar envolvendo VHS e filmes eróticos:P
      Abraço!

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  3. Muito boa reflexão! Acabou me causando tambem uma certa nostalgia. Comecei a lembrar da minha cidade e das locadoras me cobrando a entrega das fitas kkkkkkk

    Lembro que faziamos isso, (alugar filmes)como um planejamento de final de semana. Chegava sexta, lá pelo fim do mês, sem grana nenhuma mais, pegava uns três ou quatro filmes para assistir no final de semana. Chegava segunda o pagamento ja estava na conta para pagar a locadora. Ufa! Bons tempos

    Vlw Soul! To sempre acompanhando aqui.

    Forte abraço e sucesso na caminhada.

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    1. Olá, Marujo. Pois é, tenho certeza que uma parcela significativa das pessoas, ao menos de classe média, possui boas lembranças com videolocadoras.
      Valeu pelo comentário, abraço!

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  4. .... pegando um filme pornô no meio de outros quatro que eu tinha alugado apenas para disfarçar a vergonhá...

    Kkkkkkkkkkk

    Vc também fazia isso????
    Kkkkk.... pensei que era o único!!!
    Kkkkkkkkkk

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    1. eu não tinha como escapar, pois a locadora era do meu tio ahuhahuaha. Lembro tbm dos video games na locadora. Juntávamos uma galera e ficávamos horas jogando torneio de futebol, tekken...

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  5. Soul, tudo bem?

    Pois é, as coisas passam, resta-nos apenas aceitarmos esses ciclos. Imagino a nostalgia das pessoas que vivenciaram histórias algumas décadas atrás e ainda existem na nossa atual década. Aliás, eu mesmo me pego em nostalgia algumas vezes, mesmo não tendo uma idade avançada, isso fruto de alguns dos meus gostos e passatempos - músicas e filmes antigos e apreciação por algumas coisas já extintas.

    Acredito que devemos estar preparados para essas coisas, pois um dia algo ou alguém que faz parte de nossa vida não estará mais conosco, entretanto, e felizmente, alguns resquícios nos sobram- no seu caso, filmes ainda estão disponíveis; em relação a pessoas, as boas memórias ficam.

    Eu consegui diminuir um pouco da nostalgia quando me abri mais ao presente, quando passei a viver e tentar apreciar as coisas que me cerca, felizmente, posso dizer que isso tem sido bem agradável, e posso dizê-lo até mesmo devido ao ano que se passou. Apesar de 2016 ter sido um ano difícil a muitas pessoas, com muitos desastres e tragédias, para mim, não! O ano passado me foi recompensador e recheado de boas experiências, muitas possíveis por causa da minha percepção acerca do momento – se tivesse me fechado à vivência cotidiana, possivelmente muitos bons momentos não teriam acontecido.

    Porém, a meu ver, a nostalgia é, em partes, boa. É o sinal de que aproveitamos muito certa época de nossa vida. Ter algumas memórias e sensações nostálgicas pode ser benéfico. Entretanto, o presente está aí, aproveitemos!

    Até mais, Soul!

    Abraço!

    Anderson

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    1. Olá, Anderson. É verdade, colega. A nostalgia pode nos ser uma lembrança que tivemos bons momentos, e podemos ser gratos por isso. Como você bem dito, o presente está aí, e cabe a nós fazer um bom uso dele.
      Abraço colega!

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  6. É Soul, andei lendo muitas coisas a respeito dessa transformação brutal que está ocorrendo em algumas áreas, e é a chamada Terceira Revolução Industrial. A substituição da "forma antiga" de se entregar serviço/conteúdo está mudando drasticamente, e é assustador quando começamos a nos dar conta. Pelo que tenho lido, ainda estamos na época da transição... aguenta coração.

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    1. Olá, colega. Pois é, qual "admirável mundo novo" aguarda nossos filhos?
      Um abraço

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  7. Ia muito em locadoras também, mas são coisas que não sinto falta. Quanto mais fácil, melhor :D

    Hoje assisto tudo pelo netflix ou alugando na PSN store mesmo.

    Também já troquei muito joguinho de mega drive em locadoras de jogos na minha cidade.

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    1. Olá, colega. Claro, essa é a beleza da vida. As pessoas reagem de maneira diferente a diferentes mudanças. Umas ficam nostálgicas, outras apreciam. Sem dúvida alguma o Netflix é uma mão na roda.
      Abraço!

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  8. Bem-vindo à "velhice", Soul. rsrsrs
    Também tenho boas lembranças das videolocadoras, das maratonas de filmes nos finais de semana, da expectativa pela chegada de determinado filme na locadora, etc. Nossa história de vida vai se formando entrelaçada com essas coisas.
    Acho que essa nostalgia, de certa forma, está ligada ao envelhecer. Antigamente, esse sentimento surgia com idades mais avançadas (quem não ouviu de seu pai, avô ou outra pessoa de mais idade o célebre início de frase: “No meu tempo...”). Hoje, com a velocidade das mudanças, esse sentimento surge cada vez mais precocemente. Os ciclos de vida estão se tornando muito curtos. E isso abrange tudo: desde a tecnologia até as relações humanas. Hoje é tudo volátil. Eu preferia como as coisas eram “no meu tempo” (rsrsrsrs).
    Boa reflexão.
    Abraço.
    rru842

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    1. Olá, rru842! Pois é meu amigo, pois é:)
      Realmente, não sei se é bem isso que o famoso pensador polonês Bauman chama de "mundo líquido", se não for exatamente, presumo que deve ser bem próximo. Realmente, os ciclos de mudança estão ficando cada vez mais curtos, e é verdade que até mesmo nas relações humanas. Porém, ao contrário de videolocadoras, eu não creio que um "encurtamento" da validade de nossas relações seja algo que traga satisfação, aliás acho que talvez isso seja uma fonte perene de insatisfação, pois afinal certas coisas, e relações humanas se incluem nisso, precisam de tempo para maturar e gerar belos frutos.

      Um abraço e grato pela sua reflexão também.

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    2. Bom dia Soul,
      Só passando pra comentar que o Bauman, citado por você, infelizmente faleceu ontem. Menos um pensador para nos desafiar a mente com suas reflexões.
      Abraço.
      rru842

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  9. Olá Soul,

    Legal! Eu conheci também esta fase das locadoras, era um mundo mágico mesmo, quando criança.

    Acho que foi a primeira cena pornográfica que vi, pois entrei naquelas partes de pornô, mais escondidas, e acabei vendo coisas que não puderam ser mais ‘desvistas’ rs.

    Isto também me fez lembrar a quantidade de cursos de datilografia e aquele barulho infernal que tínhamos! No centro das grandes cidades era muito comum, e, com o avanço dos computadores, as lojas foram acabando, uma a uma ...

    É a tecnologia caro Soul, e estamos ficando velhos ...

    Abraço

    VDC

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    1. Olá, VDC! "Coisas que não podiam ser desvistas" é ótimo!
      É a tecnologia, e sim a cada minuto que passa ficamos mais velhos e mais próximos do nosso fim na terra.
      Abraço!

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  10. Soul,

    Está nostalgico hoje ... rs ... é verdade ... assim noto que estou ficando velho rs ... acho que na minha época (não sei se é a sua época, não sei qts anos tem) a gente era mais sociável até pela ausência de tecnologia.

    Ir até a video locadora... comprar cds... até os fliperamas ... chegava alguém pra jogar contra... hoje é tudo mais.. self service... eu entro no youtube... eu jogo online... etc..

    Abs,

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    1. Olá, Rodolfo! Pois é, mas já passou:) hehe
      Tenho 36 anos e você. É verdade, eu adorava jogar contra nos fliperamas de futebol, me amarrava mesmo.
      Uma época diferente, sem dúvida, mas eu acho que o contato humano é fundamental para termos uma vida saudável e feliz.

      Abraço!

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  11. "Através dos séculos existiram homens que deram os primeiros passos, por novas estradas, armados com nada além de sua própria visão."
    Ayn Rand

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    1. Colega da Any Rand, é a primeira vez que uma citação sua da autora faz algum sentido com o texto escrito:)
      Abs

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  12. Olá Soul, em primeiro lugar não conhecia seu blog, conheci há pouco tempo, e o seu relato sobre viagens é muito legal !!! lanço um desafio, quero ver você viajar para a coréia do norte, vi um blogueiro brasileiro que foi para lá e achei fascinante as fotos e a narrativa dele ( o blog chama-se Gabriel quer viajar).

    A respeito da nostalgia, não só apenas estamos ficando velhos, como estamos perdendo a sociabilidade, hoje ao menos aqui na Grande SP, um grande número de pessoas moram em apartamentos ou condomínios, as pessoas sequem se cumprimentam, se olham na cara, aonde eu moro ainda tem essa nostalgia de por exemplo eu começar a aspirar o carro na porta de casa e aparecer o vizinho para conversar, bater papo e etc. Enfim, como dizem é a vida !!

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    1. Olá, colega. Conheço o Blog citado por você. A Coréia do Norte é um lugar que não possuo tanto interesse em ir, principalmente porque não há liberdade de movimentação para turistas. Não é algo que me atrai.

      Se ainda existe isso na sua comunidade, aproveite, pois faz muito bem para a nossa saúde mental.

      Abs

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  13. Fala Soul! Boa reflexão!
    No meu bairro a gigante Blockbuster encerrou as atividades faz tempo! Sobreviveu uma única pequena locadora que basicamente se transformou em uma grande banca de revistas.
    Aliás com a internet cada vez mais forte é surpreendente que as bancas de revistas continuem firmes na luta. Qdos estas acabarem aí sim vai bater a nostalgia... rsrsrsrsrsrsrs

    Abraços.

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    1. Olá, I.Risco! Beleza colega?
      Com banca de revista, eu lembro mais da época que gostava de comprar figurinhas, bah, como era massa!
      Abraço!

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  14. Soul, para exemplificar como se adaptar à evolução pode trazer bons frutos, pesquise a história da netflix. A empresa começou como "locadora" de DVDs físicos por mais de 10 anos e somente depois evoluiu para o streaming...

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  15. Veterano Iniciante11 de janeiro de 2017 22:46

    Da Blockbuster não sinto falta não, era muito impessoal parecia o McDonalds das locadoras. As de bairros eram ótimas. Agora esse papo de "Qdos estas bancas de jornais acabarem aí sim vai bater a nostalgia..." me deu até depressão.rsrsrs

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    1. É verdade, apesar de quase ter sido franqueado da BlockBuster há muito tempo.
      Abs

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  16. Soul,

    Macarrão da raça assistindo o "cubo". KKk

    Canella.

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  17. Soul, compartilho dos seus sentimentos. Será que você poderia informar o endereço da locadora que achou? Todas as outras (Hercílio Luz, Alves de Brito, Angeloni Beira Mar) que eu utilizava fecharam... Muito obrigado

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