segunda-feira, 7 de março de 2016

ERROS DE JULGAMENTO - HINDSIGHT BIAS: O QUE OS JORNAIS DE 20 ANOS ATRÁS PODEM NOS ENSINAR

Olá, colegas! Muitas coisas acontecendo no país, bem como na minha vida. Porém, essa é a beleza de estar vivo: sempre inúmeros acontecimentos se desenrolam. É incrível. Quando estou com o humor certo, às vezes paro alguns minutos e fico apenas observando as pessoas numa rua, praça ou shopping. É impressionante a quantidade de coisas que acontecem, pequenas coisas, mas que passam despercebidas quando não prestamos atenção. O fato de no último ano fazer isso em países estrangeiros apenas adiciona mais cor a estes momentos. Entretanto, nesse artigo gostaria de abordar um assunto que me fascina: erros de julgamento. Em diversos artigos , já fiz menção a este tópico do conhecimento humano, um exemplo é meu artigo sobre Viés de Confirmação escrito há mais de ano. Por qual motivo esse assunto é tão fascinante?

  O motivo é simples, amigos. Nós, enquanto seres humanos, cometemos muitos mais erros sobre a leitura do mundo do que imaginamos num primeiro momento. Inúmeras percepções nossas da realidade, algumas talvez profundamente arraigadas em certos indivíduos, são simplesmente erros de julgamento, formas errôneas de nosso cérebro analisar o mundo complexo que nos cerca. Dar-se conta disso é como enxergar o mundo com novas cores, é como afastar-se das sombras da caverna e olhar o mundo como realmente ele é, como brilhantemente descrito por Platão no célebre “O Mito da Caverna”. 

  Quem  produz esses erros? Todos nós. Basta ser pertencente da espécie humana. Por qual motivo? Simplesmente, e muitas pessoas no dia de hoje parecem esquecer essa realidade, o ser humano é apenas mais uma espécie dentre as milhões existentes, e como muitas outras, a sua composição biológica (e isso inclui a forma como raciocinamos sobre o mundo) foi fortemente moldada pela nossa evolução biológica enquanto espécie. Entender a nossa evolução é procurar num grau mais profundo compreender quem nós somos e porque nós somos do jeito que somos.

  O assunto é apaixonante e foi o meu foco de atenção no último ano enquanto estava no Brasil. Recentemente, comprei um livro bem interessante que aborda sobre dezenas de erros de julgamento. Como o autor não é um cientista do ponto de vista formal, mas um escritor, bem como um empreendedor, o mesmo escreve de maneira simples, clara e objetiva, o que tornou o seu livro um grande Best-Seller. Terminada a leitura do mesmo, iria doar para algum lugar, pois livro pesa numa viagem tão longa como essa, mas resolvi mantê-lo, pois o mesmo servirá de inspiração para diversos artigos que irei escrever. O nome do livro é “The Art of Thinking Clearly”.

Um Belo Livro. Deve servir de inspiração para muitos artigos.


    Todos nós estamos sujeitos a essas falácias cognitivas, porém nós podemos minimizar os seus efeitos. Como?Reconhecendo que cometemos esses erros para que possamos de certa maneira tentar que seus efeitos não sejam tão deletérios, principalmente quando iremos tomar decisões importantes. Charlie Munger , o sócio de W.Buffett, deu um discurso brilhante do ano de 1994  chamado A Lesson on Elementary, Wordly Wisdom as It Realtes to Investment Management and Business , nele o famoso investidor traz à tona a sua filosofia de modelos mentais. O texto é extremamente interessante, e se você sabe ler Inglês vale a leitura . A parte que mais me chama atenção é quando ele expressamente aduz que todos nós estamos sujeitos a erros de julgamento, pois são inerentes à biologia humana, mas que podemos nos esforçar para reconhecê-los e minimizar os seus efeitos em nossas decisões. O mais fantástico desse conselho é que em 1994 o campo sobre economia comportamental ainda não era tão popular como hoje, e nem mesmo num nível mais fundamental os diversos estudos sobre neurociência e comportamento humano. Logo, um dos grandes investidores de todos os tempos reconhece que o caminho para se tornar um grande investidor, e numa maneira mais ampla um ser humano melhor, é se tornar consciente como a nossa visão de mundo pode ser extremamente falha e limitada. 

   Isso não é algo trivial, muito pelo contrário. Aliás, talvez pouquíssimas pessoas realmente fazem um esforço para diagnosticar erros de julgamento em seus próprios raciocínios. Quantas certezas não vemos por aí? Pessoas que aparentam estar certas sobre como uma sociedade deve se organizar, como países se relacionam, sobre  corrupção humana, desejos, e uma miríade gigantesca de assuntos. Quase sempre há certezas, quase nunca dúvidas.  Quanto mais inflexível, quanto mais certeza uma pessoa tem sobre o mundo, isso é um indicativo muito forte de pobreza de argumentos, visão estreita da realidade e muitos, muitos erros de julgamento.

    Talvez o erro mais comum, e mais presente, é o viés de confirmação (ler o texto linkado para saber mais a respeito). Isso é tão inato nos seres humanos, as pessoas cometem esse erro tão comumente, que boa parte das pessoas não conseguem nem mesmo perceber que esse viés é um erro de julgamento. Para muitas pessoas não basta ler, repetir, refletir, o viés de confirmação não será considerado um erro. As pessoas passarão horas, dias, meses lendo e escutando ideias que apenas confirmam suas ideias anteriores. Chamarão de brilhantes textos, ou palestras, que apenas confirmam suas ideias prévias de mundo, e terríveis as que não se encaixam em suas  visões de realidade. Está em todo o lugar.  É por isso que a Ciência não é tão popular, pois ela trabalha num sistema contrário ao viés de confirmação.  As pessoas gostam dos frutos que o método científico trouxe para a humanidade, mas não necessariamente o modo de pensar científico. Assim, a pessoa pode andar de avião de primeira classe e ter um método de pensamento completamente anti-científico. Faz parte. Entretanto, esse artigo não é sobre esse erro de julgamento, mas sobre outro mais sutil. Contudo, fica sempre a dica que não canso de repetir da sabedoria que o meu pai  me disse quando  eu era ainda adolescente: “Filho, quando você ler um livro que não haja discordância de sua forma de pensar, de quase nenhuma valia ele será. Quando você ler um livro com o qual você discorda de partes significativas, cabe a você escolher entre a evolução ou não”.

   Como nós avaliamos o passado? Essa não é uma questão trivial. Será que a avaliação que fazemos do passado no presente é neutra? Não, não é colegas. Vou dar alguns exemplos. Quando estava na primeira fase do curso de Direito na Federal de Santa Catarina, na aula de Ciência Política, uma professora com Pós-Doutorado soltou a seguinte pérola: “Aristoteles  era machista”.  Quando ouvi essa frase (tinha apenas 19 anos), senti que tinha alguma coisa errada, mas não soube bem responder o que exatamente  na época. Ora, a sociedade grega sempre foi centrada em homens livres ( o que excluía mulheres e escravos), parecendo então que realmente as mulheres eram de certa forma discriminadas, o que poderia fazer com que Aristoteles realmente fosse machista. Entretanto, a situação é mais sutil.

   Não se pode negar que as mulheres eram cidadãos de segunda classe se comparadas com os homens na Grécia Antiga. É verdade. Porém, ao dizer que Aristoteles era machista, a professora estava analisando o passado com “olhos” do presente. Ora, isso é normal e natural. Afinal, como podemos analisar alguma coisa do passado sem ser pelas nossos valores do presente? Entretanto, o simples fato é que a noção de machismo é recente. O fato das mulheres serem consideradas (apesar de na prática isso ainda não ser verdadeiro) de mesma dignidade do que um homem na sociedade ocidental atual é um conceito muito recente. Para um homem livre Grego há dois mil anos seria natural pensar que as mulheres eram inferiores em dignidade na Polis do que um homem, pois a vida simplesmente era assim. Hoje um homem ter esse mesmo tipo de raciocínio, pelo menos para pessoas mais esclarecidas, é algo anacrônico.   Portanto, dizer que Aristoteles era machista, levando em conta padrões morais do século 21, não tem sentido. É um erro de julgamento.

   Quando os desmandos da Petrobrás na administração petista estavam começando a ser revelados, lembro de uma declaração da antiga presidente Graça Foster numa CPI dizendo que “na época a transação de Pasadena parecia ser um bom negócio”. O que eu vi de pessoas indignadas com essa afirmação, falando coisas "como ela pode dizer isso?”. Isso também é um erro de julgamento, e muito comum em investidores amadores e “especialistas" em mercados financeiros.

  Esqueça por um minuto, por mais difícil que seja, todo o turbilhão que a operação Lava-Jato trouxe ao país. Não vamos focar também se houve ou não desvios na operação de Pasadena, mas apenas na frase da Graça Foster. A  conclusão é que ela poderia estar dizendo a verdade. Ora, com base nas informações que se tinha na época da operação (mais uma vez esqueçam a existência ou não de eventuais desvios) era bem possível que a negociação poderia parecer um bom negócio. Com o passar dos anos e o desdobramento dos acontecimentos, a operação se mostrou um fracasso, mas isso não quer dizer necessariamente que na época, levando em conta as informações da época, a negociação tenha sido necessariamente ruim. Isso  não quer dizer também, a toda evidência, que só com as informações da época a negociação com base  numa análise prudente já se mostrasse um grande equívoco.

   Esse exemplo é o mesmo do Aristoteles. É julgar o passado tendo em vista o  nosso conhecimento do presente, e não o conhecimento que se tinha no passado. Isso é um erro de julgamento.  Qual é o grande problema com essa falácia cognitiva? Achar que o mundo é muito mais inteligível e previsível do que ele realmente é.

   Pensemos em finanças. Olhando em retrospecto para o Brasil, parece claro que a situação fiscal dava sinais de deterioração, o BC estava abusando do instrumento de Swaps Cambiais e a inflação de preços administrados estava artificialmente controlada, o que redundaria em mais inflação no futuro, superando e muito não só a meta, mas como o teto da mesma estabelecida pelo Banco Central. Tudo muito claro, como pensar diferente? O problema é que estaríamos observando o passado com “olhos" do presente. Se era tão claro isso em 2013-2014, não agora em 2016, por que muitas pessoas não simplesmente compraram dólar a R$2,20? A resposta  é porque não era tão simples vislumbrar uma deterioração cambial tão forte como a ocorrida no ano de 2015, algo que é simples de analisar retrospectivamente em 2016.

  Isso não quer dizer que algumas pessoas não possam ter percebido que alguma coisa estava estranha com o Câmbio. Claro que existiram essas pessoas, o gestor do fundo verde é um deles. Apostou contra o real, num primeiro momento não deu certo, pois a desvalorização não veio (tanto que o fundo verde perdeu para o CDI em 2013 se não me engano), mas “lavou a égua” com a desvalorização que se seguiu. Até um colega investidor amador e blogueiro (Guardião do Zé Mobral) tirou uma lasquinha. O fato é que era muito mais difícil saber se o câmbio ia se desvalorizar a um ritmo mais forte do que o CDI há dois anos. E para onde vai o dólar daqui dois anos? Percebam como é difícil. Tenho certeza que daqui dois anos as pessoas pensarão “nossa, os sinais eram claros, porque eu não comprei(vendi) dólares?” e elas estarão se enganando. Eu não faço a mínima ideia o que pode acontecer com a nossa moeda, mas penso que um outro erro de julgamento, chamado Recency Bias, pode estar afetando o pensamento de muitas pessoas, eu incluso, mas isso é conversa para outro artigo.

  Lembro que em 2013 perguntei para um especialista o que fazer com 3m de reais para viver de renda. Na mesma pergunta, pedi conselho se valeria a pena investir no exterior. A pergunta sobre os 3M foi porque à época existia um blog de uma Moça simpática chamado “O Culto da Ostra Azul”, e ela tinha chegado nesse valor para se sentir Independente Financeiramente. Não é que eu tinha ou tenho mais ou menos do que esse valor, mas apenas um número objetivo. O especialista então me disse que a saída mais segura e prática era se posicionar em NTN-B de duration longa, o que daria um yield real líquido de algo em torno de 3% aa para as taxas da época (era época de Selic baixa e taxas reais magras). Sobre investir no exterior, ele disse que não valeria a pena, pois era complicado e os retornos seriam bem menores do que o Brasil. Foi um conselho que fazia talvez todo o sentido para as informações constantes na época.

  O que teria acontecido se alguém tivesse seguido esse conselho? As taxas quase dobraram nas NTN-B, num título com durarion longa e marcação a mercado isso significa rentabilidade negativa muito grande. O dólar disparou e os mercados externos superaram topos históricos. Ou seja, seria perda de dinheiro alta. Analisar agora que os fatos aconteceram é muito mais fácil do que na época, mas isso apenas mostra como é difícil interpretar corretamente tantos sinais emitidos pelos mercados financeiros.

   Diversos autores dão nomes diversos a esse erro de julgamento. O autor do livro em destaque chama de “Hindsight Bias”. O subtítulo do capítulo desse erro cognitivo é interessante “Porque você deveria manter um diário”. É verdade. Escreva o que acha que irá acontecer com o Brasil, EUA, o Oriente Médio, o futebol brasileiro, a economia nacional, e veja daqui 10 anos como suas previsões sairão. Melhor, pegue os jornais de 10-15 anos atrás e veja como as notícias interpretavam o mundo, tenho certeza que muitos irão se surpreender. 

   No campo pessoal, muito provavelmente irei conseguir um visto de dupla entrada para a China que me permitirá ficar de dois a três meses. Descobri que   o Brasil chegou a um acordo com a Mongólia em setembro do ano passado, e os brasileiros não precisam de visto para ficar 90 dias, o que me deixou muito feliz, pois pretendo ficar dois meses nesse país. Aliás, a Mongólia é o destino que mais me chama para conhecer, mais do que qualquer outro lugar. Uma operação imobiliária está prestes a ser finalizada e talvez haja uma grande reviravolta no campo profissional. 

Em Setembro, o Ministro das Relações Exteriores brasileiro e a Embaixadora da Mongólia no Brasil estavam assinando um acordo de reciprocidade e liberando a necessidade de visto para estada de até 90 dias. Que maravilha! A Mongólia é o país mais aguardado em todas as minhas viagens, até mais do que o paraíso do surfe chamado Mentawai na Indonésia. Com essa decisão vou poder estender mais a minha estada nesse país que parece ser único e maravilhoso. Necessidade de visto agora só para o Irã.



   É isso, colegas espero que tenham gostado do artigo. Abraço!

10 comentários:

  1. Muito bom o post e a indicação do livro. Recomendo o livro A lógica do cisne negro e o filme Unthinkable (2010). Tratam de coisas diferentes, mas que nos fazem parar para pensar. Abraço!

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    1. Grato, colega. Esse livro específico do Taleb já virou um clássico, pois consagrou em definitivo a expressão Cisne Negro. A expressão obviamente não foi criada por ele, pois já existia há centenas de anos, mas o uso mais corrente dela com certeza se deve a ele. Ele é talvez um dos escritores mais famosos que escreve sobre erros de julgamento, sem ser cientista. Muito bom. O filme eu não conheço e agradeço a indicação.
      Abraço!

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  2. Excelente texto Soul, fazia tempo que eu não lia um texto seu inteiro (por serem longos), mas este me intrigou e não consegui deixar de ir até o final (nem ler na diagonal).
    Tenho pensado recentemente como as coisas mudaram nos últimos 20 anos em minha vida e quão imprevisível seria as coisas terem acontecido como aconteceram. Por outro lado, olhando para trás, com os olhos de hoje, parece que o caminho foi bem natural.

    É uma sensação muito louca de conflito sobre o pensamento com as informações de hoje com o que pensávamos lá no passado. Gostei da ideia do diário.

    Falando em investimentos, sempre tendo fazer uma anotação sobre determinadas decisões de investimentos e isso gera algumas surpresas ao analisar o que foi escrito alguns anos depois. Neste aspecto, metodologias do tipo "piloto automático" parecem realmente ser interessantes.

    Abraços

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    1. Olá, EI! Fico feliz que tenha ido até o final, e esse foi relativamente curto. Realmente, acho que textos muito curtos não acrescentam grande coisa, exceto se você for um poeta ou tiver uma capacidade de escrita muito boa a la Machado de Assis. Acho colunas da Veja, por exemplo, insossas sobre a leitura da realidade. Uma leitura de um artigo da The Economist, por seu turno, de 20 páginas muito mais interessante e produtivo. Interessante você falar em "leitura diagonal". Saiba que nos últimos 20 anos, muito provavelmente o seu cérebro se modificou bastante, devido ao que se chama de "neuroplasticidade". Muitas novas associações de neurônios foram formadas e outras abandonadas ou atrofiadas. O resultado é que nós estamos ficando mais rápidos e eficientes em fazer várias tarefas ao mesmo tempo. O lado negativo é que estamos perdendo a paciência muito rápido com textos mais longos (se você lê um texto mais longo e pula parágrafos e continua lendo, é um sintoma claro disso), bem como a capacidade reflexiva. Esse tema é muito bem abordado num livro chamado "A Geração Superficial" e recomendo a leitura.

      Você sabia que você achar natural todos os acontecimentos imprevisíveis de sua vida nos últimos 20 anos também é um erro de julgamento? Taleb chama de "A Falácia Lúdica". O livro citado nesse artigo chama de "Story Bias" é um mecanismo poderoso do nosso cérebro de criar histórias para que fatos desconexos tenham algum sentido, algum "fio" narrativo.

      Sobre investimentos, é verdade. Gostaria de escrever artigos sobre o que eu disse sobre FII e o que aconteceu. É uma boa forma de se tornar mais consciente enquanto investidor.

      Grande abraço!

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  3. A diversificação não seria uma forma de se defender desses erros de julgamentos?

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    1. No ponto de vista de finanças pessoais, sim. A diversificação é o reconhecimento de que não entendemos tanto. Por isso há uma frase de Buffett, se não me engano, de que diversificação é para quem não sabe o que está comprando. Se você tem a capacidade de análise profunda de um grande investidor (como buffett ou o dono do fundo verde) então talvez a diversificação seja deletéria. Para a maioria dos investidores, eu incluso, uma boa dose de diversificação nos protege (não toatalmente, mas ajuda)de inúmeros erros de julgamento que passam despercebidos em nosso cérebros e nos fazem ter a ilusão de que realmente compreendemos um mundo tão complexo como os mercados financeiros.

      Abraço!

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  4. Bom dia, Soul!
    Já comprei o livro e li dois capítulos. Já tinha lido algo a respeito desses vieses, mas esse livro parece destrinchar cada um, com explicações e exemplos. Muito obrigado pelo texto e pela indicação.
    Fábio

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    1. Olá, Fábio. Nossa. Fico feliz que tenha gostado da indicação e já comprado o livro. Creio que irá gostar bastante. Leia com calma um pouco de cada dia e você vai ver com o é interessante.
      Abraço

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  5. É meu caro .. como diziam .. engenheiro de obra pronta ... até eu ...

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