sábado, 19 de dezembro de 2015

BLOGUEIRO MILIONÁRIO, IMÓVEIS, RISCOS E ALEGRIA PELOS OUTROS

  Olá, colegas. Este artigo provavelmente será uma miscelânea. Eu escrevi vários esboços de textos, pois há tantos assuntos, mas resolvi comentar um pouco sobre o blog conhecido como Pobre Catarrento. Tenho descansado nos últimos dias e está sendo bem aprazível. Estou numa ilha não tão conhecida da Tailândia (Koh Lipe), e aqui é uma maravilha. Uma das ilhas mais bacanas que já estive. Tem bastante gente, mas nem de longe se compara as ilhas mais famosas de  Krabi, Pukhet, Koh Phi Phi, Ko Samui e Ko Tao (já tive a oportunidade de visitar todas em outras viagens). Além do mais, o lugar é lindo, muito bonito mesmo.  Assim, estou bem relaxado para escrever e irei fazê-lo por tópicos. Aliás, se um dia quiser viajar para um lugar e trazer sua família, com segurança, água mais cristalina que você já viu, preços baratos-razoáveis (é um pouco mais caro do que o resto da Tailândia), uma cultura lindíssima e um povo extremamente educado, que diferença para a gente, venha para Koh Lipe.

Koh Lipe  de dia...

Koh lipe no entardecer...

Nós, a praia, o barco e o macaco...

Essa preciosidade fica perto da Malásia. Estávamos na bela ilha de Langkawi na Malásia e resolvemos ir para a espetacular Lipe (fico feliz que tomei essa decisão).

UM BELO COMENTÁRIO

   O colega PC fez um artigo dizendo que passou a marca de 1M em patrimônio (a-vez-do-milionario-sr-catarro). Como número em si, isso não quer dizer nada. Assim como dizer que esteve em 100 países. São apenas números. Porém, é inegável que certos números exercem fascínio nas pessoas e funcionam como importantes barreiras psicológicas. Assim é o ser humano. Logo, em matéria de finanças pessoais, entrar na barreira dos sete dígitos é visto como uma grande conquista, e não deixa de ser, e isso com certeza é positivo para auto-estima. Portanto, fico contente que um colega tão simpático tenha atingido essa marca.

  Pelo dinheiro que fico contente? Não, colegas. Eu nunca dei, não dou, e possivelmente nunca darei importância demasiada ao dinheiro, principalmente como forma de sucesso humano (se quiser conferir já escrevi a respeiro sucesso financeiro não é sinônimo de sucesso humano), ou o que é pior e muitas pessoas fazem, como uma forma de julgar se uma pessoa é melhor do que a outra. Eu não faço a mínima ideia de quando quebrei a barreira mencionada, se foi em 2007, 2008, isso não importa para mim. Porém, o caminho sim é importante. Para se acumular uma determinada quantia, na esmagadora maioria dos casos, é preciso economizar, é preciso abrir mão de algumas coisas, e quanto menos se tem de início, o “sacrifício” exigido costuma ser maior. Assim como, e eu já cometi esse erro e percebo como fui tolo, o simples fato de visitar países não quer dizer nada. O que importa é o caminho que uma viagem pode fornecer, como a possibilidade de ver culturas, formas de ver a vida diferente, fazer amigos, perder o chão, perder o fôlego, etc. Se isso for feito em vários países é uma consequência, não é o objetivo. Logo, fico feliz pelo blogueiro, pois ele está concretizando os seus objetivos financeiros, e isso me deixa feliz.

  Por qual motivo me deixaria feliz? Há um conceito na parte mística do Judaísmo, também conhecida como Cabala, que uma das grandes virtudes que um ser humano pode ter é “comprazer-se com o prazer do outro”. Há um nome em hebreu para isso, mas eu esqueci. O que quer dizer? Basicamente, é ficar feliz com a satisfação do outro. Na nossa sociedade hoje em dia,  é difícil realmente ficarmos felizes com o sucesso de outros. Talvez sentimos que poderíamos ser nós no lugar. É um sentimento ruim, mas quem já não sentiu isso em alguma medida? Agora, quando realmente conseguimos ficar felizes com o sucesso dos outros, que sentimento maravilhoso! Nos sentimos leves e genuinamente felizes. Creio que evolui muito nesse aspecto nos últimos anos, e sinceramente era um dos meus objetivos enquanto ser humano.

  Logo, até mais do que a conquista pessoal do colega, eu fiquei feliz com o seguinte comentário feito por outro colega com Nick “Acumular Patrimônio”:

"Clap Clap Clap

PC, não tenho palavras para descrever o quanto fiquei feliz com esse post. Eu cheguei a abrir uma cerveja aqui e brindar em sua homenagem. Sério!"


  Eu achei fantástico o comentário. Um belo exemplo da aplicação da sabedoria mística judaica. Muito provavelmente os dois não se conhecem, assim um desconhecido ficou genuinamente feliz com a conquista de outra pessoa. Isso, meus amigos, para além do dinheiro, é qualidade de vida. É uma vida mais fácil de ser vivida. Imaginem se nos sentíssemos mais assim em relação a outras pessoas, e não apenas ao nosso círculo mais íntimo? Como o nosso mundo não seria diferente? Como não seria mais prazeroso nosso dia a dia. Isso nenhum modelo econômico pode captar. Isso não se pode ensinar, e pode parecer obtuso e sem sentido para alguns, mas apenas sentir. E isso para mim é, depois de que resguardado um mínimo para uma vida material digna,  o que nos faz realmente feliz na vida. Como as pessoas deixam se enganar e iludir que viajar de avião de primeira classe, ou andar num carro de luxo, é o que trará satisfação para elas a longo prazo? Eu sei o motivo, mas deixo para uma outra oportunidade esse tema.

LIQUIDEZ

  Eu avisei no começo que este post serIa uma miscelânea.  Quando escrevi brevemente sobre Renda Fixa nesse artigo  (breve guia sobre as classes de ativo) falei que existem três principais prêmios nessa classe de ativo: crédito (Credit Risk Premium), duration (Bond Risk Premium) e liiquidez . Tratei dos dois primeiros, mas não falei do último.

  Colegas, a falta de liquidez é um fator de risco. Ele deve ser remunerado, assim como o fator de risco crédito. Isso tudo é intuitivo, e qualquer livro sobre renda fixa irá abordar com mais profundidade a respeito. O nosso amigo PC já sentiu na pele o risco que é a ausência de liquidez, conforme ele relata nesse artigo aqui , onde ele teve que encarar um prejuízo de 35k para não deixar passar uma oportunidade.

  Amigos, há vários motivos para se ter dinheiro em alguma espécie de ativo líquido que não esteja sujeito a grandes flutuações e o artigo do PC é um exemplo prático. No Blog do Tetzner, eu sempre chamava atenção a este fato para vários colegas que não viam problemas numa estratégia 100% numa espécie de ativo. Porém, como explicar, que as pessoas podem deixar oportunidades passarem se não tiverem liquidez?

  O colega blogueiro agiu. Assumiu um prejuízo de 35k, pois no entendimento dele a oportunidade de negócio que ele poderia perder possui potencialmente espaço para retornar muito mais do que 35 mil reais (se não a conduta seria irracional do ponto de vista financeiro). Além de mostrar coragem de assumir o erro e encarar o prejuízo, tal conduta mostrou o apetite necessário para se assumir riscos para ter retornos maiores (o negócio já parte de um prejuízo de 35 mil reais).

  Porém, não é apenas em relação a dinheiro. E se alguém conhecer uma Norueguesa numa viagem e resolver largar tudo e montar uma pousada no nordeste. Será que a pessoa seguiria o projeto se estivesse 100% em ações num período de grande bear market?  Será que a pessoa entraria de sócio num empreendimento promissor se tivesse que realizar prejuízos de 100 mil, por exemplo, devido à falta de liquidez? Percebam que os exemplos podem ser muitos. Liquidez é sinônimo de facilidade de estar pronto para oportunidades, sejam elas financeiras ou não.

  É simples. Eu tenho um rendimento de 93% do CDI em LCA do BB, onde reservo minhas aplicações em renda fixa.  É um bom rendimento tendo em vista ser um instrumento líquido e de um banco de primeira linha. Isso dá uns 13% aa. Se eu conseguir um outro título de dívida, mais com iliquidez por 3 anos por exemplo, me pagando 108% líquido do CDI, o que não é fácil, isso daria algo em torno de 2% aa a mais. Logo, para cada 1M ilíquido, apenas para título de exemplo, eu seria teoricamente pago R$ 20.000,00 a mais por ano. Ao longo de três anos isso daria aproximadamente R$ 60.000,00. 

  O que isso quer dizer? Que estaria abrindo mão de qualquer oportunidade que aparecesse para mim até o valor de 1M por três anos pela quantia de R$60.000,00 (ou R$ 6.000,00 para cada R$ 100.000,00). Vale a pena, não vale a pena? Cada um deve sopesar, mas a ausência de liquidez pode nos fazer deixar de ganhar dinheiro ou simplesmente ser um obstáculo a mais na realização de outros objetivos.



RISCO, MERCADO FINANCEIRO E IMÓVEIS


    No mesmo artigo que escreve sobre a quebra da barreira psicológica de 1M, o PC fala que conseguiu um retorno alto com imóveis. Imóveis são ilíquidos. Pela ausência de liquidez, e portanto de precificação imediata, as pessoas acreditam que são investimentos mais seguros ou que seriam diferentes de ativos atrelados a imóveis como FII. Nem uma coisa, nem outra. 

  Eu, em minhas transações imobiliárias vou em direção à iliquidez. Contraditório? Não, colegas. No ramo imobiliário bem específico que gosto de atuar, a realidade é que quanto mais líquido for um imóvel (pense num belo apartamento, num belo bairro), mais concorrido é o leilão, e menor é a margem. Quanto maior a falta de liquidez, as margens, quando os diversos outros requisitos se fazem presentes para uma arrematação segura, tendem a ser muito maiores.

  Eu adoraria comprar apartamentos desocupados com uma margem grande com mais frequência (felizmente, foi o que ocorreu há alguns meses. Nunca imaginei que isso iria acontecer, ainda mais um apartamento a poucas quadras da minha casa. Sinal de crise, e de que as pessoas estão sem liquidez? Talvez, se for o caso, em que pese a crise,  vou me carregar de operações simples como esta), mas é difícil. Logo, a solução que encontrei foi ir em direção à iliquidez. Mas não é para ganhar 2% aa a mais, e sim 30-40%. Houve um caso que o retorno foi de 100% em um ano. Essa é uma iliquidez, em minha opinião, que vale a pena se expor.

   Isso vem do céu? É fácil? Claro que não. Primeiramente, como bem notado pelo Pobre Catarrento, é preciso correr riscos e sair do pensamento tradicional. No caso específico de imóveis, é preciso um certo acúmulo de capital prévio, seja para construir pequenas casas, seja para fazer prédios, seja para comprar à vista em leilões. Além do mais, cada área terá suas dificuldades, riscos e expertises. A que eu atuo, se feita uma boa análise dos riscos jurídicos-processuais (o que demanda treinamento específico e conhecimento técnico), é a mais sem risco. Já pensei em construir. Aliás, minha família construiu alguns empreendimentos. Meu pai resolveu construir um prédio de 10 andares em 1996-1997. Queria fazer algo produtivo num período difícil do país. Até hoje, quase 20 anos depois, meu pai tem alguns casos na Justiça cobrando dinheiro pela venda de algumas unidades. Sem contar que um amigo do meu pai da ordem, o meu pai já foi mestre Rosacruz, que estava junto no empreendimento deu um desfalque de grande monta. Até hoje ele ainda não pagou o que deve, o meu pai diz que isso pertence aos herdeiros (nas diversas vezes que toquei no assunto por qual motivo ele não o processou ainda), mas sempre o alerto sobre o prazo prescricional. Enfim, se o meu pai tivesse ficando numa simples renda fixa, na época de juros estratosféricos, talvez esse prédio pudessem hoje em dia a equivaler a uns 8 prédios.

   Sendo assim, construir possui riscos. A margem tradicional é na faixa de 40-50% para dois-três anos (basta ver a margem bruta da Eztec), e se tem risco de obra, risco de inadimplência, burocracia, risco de acidente, etc. Posso conseguir margens semelhantes em um terço do tempo, logo a ideia de construir não passa mais pela minha cabeça.  Porém, é um ramo que pode dar ótimos retornos, principalmente se feito com profissionalismo e cuidado.

  Evidentemente, não é sempre que se pode transformar um imóvel em dois imóveis em apenas um ano. Consegui uma vez. Tenho outro que talvez possa ser assim. É difícil, mas eu preciso de uma operação dessas a cada 3-4 anos para pagar minhas despesas do período. Logo, posso ter calma, mas quando aparece a oportunidade tenho que estar líquido e preparado.

  Eu não conseguiria nada disso no mercado financeiro. Isso ficou muito claro para mim. O mercado financeiro serve sim para multiplicar o patrimônio, mas em períodos longos de tempo, como já refleti nesse artigo (crescer ou manter o patrimônio? Um crescimento de 6% real ao ano, multiplica por 8 o capital em aproximadamente 36 anos, o período de uma geração. Evidentemente, isso é multiplicar o capital e foi assim que países ricos ficaram ricos, um acúmulo constante, longo e gradual de capital. Esse mesmo processo pode acontecer entre gerações. Entretanto, é um processo lento, e é necessário visão de muito longo prazo, algo cada vez mais em falta numa sociedade apressada e em pessoas impacientes.


  Se a pessoa quer retornos maiores, a possibilidade de fazer grandes aportes, terá que se arriscar em negócios “no mundo real”, seja com imóveis, seja comprando e vendendo empresas, abrindo franquias, exportando e importando, etc, etc. É claro que é possível prosperar rapidamente com o mercado financeiro, é apenas improvável, e mais improvável ainda para investidores amadores.


  Termino esse artigo, parabenizando o colega PC pelo caminho transcorrido. Porém, o que mais chama a minha atenção é a educação e simpatia do mesmo, não o seu patrimônio. Entretanto, sei o quanto é importante para ele, e como isso demonstra que os seus esforços estão sendo recompensados. Parabenizo também o colega que fez o comentário, oxalá esse tipo de postura fosse mais incentivada em nossa sociedade. Criticamos demais, apontamos os defeitos em outras pessoas demais, e isso não é sinal de uma sociedade equilibrada. Eu espero sinceramente que todos atinjam os seus objetivos. “Até mesmo para pessoas que não gostam de você, ou eventualmente te ofenderam?", sim até para essas pessoas. Posso não querer ser amigos delas (apesar de não ter nenhuma objeção em ser amigo), mas nunca desejo o mal. Além do mais, é muito melhor conviver com pessoas felizes porque conseguiram algo que as faça felizes, do que com pessoas frustradas e rancorosas. Desejo sucesso e sorte para todos. 

   Não se esqueçam que lliquidez tem o seu preço, e que na vida é preciso arriscar de vez em quando, é preciso ter aquele friozinho na barriga, aliás qual a graça seria se não sentíssemos mais aquela sensação de apreensão, esperança, receio, otimismo? Às vezes é isso que nos leva para frente, a darmos passos financeiros maiores, ou, num nível mais profundo, a entendermos a realidade de uma maneira mais ampla.

  Abraço a todos!

12 comentários:

  1. Caro Soul...

    Primeiramente MUITO OBRIGADO.

    Fiquei extremamente honrado com o seu post. Vc não tem ideia de como fiquei feliz ao ler ele. Vc também não faz ideia de como isso mudou o meu dia. Uma sensação de orgulho e bem estar me preencheu. Só de pensar nessa homenagem, feita por uma das pessoas que eu mais admiro, e de inteligência aguda como vc, já me transformou.

    Não é só porque eu recebi essa linda homenagem sua, mas eu realmente adorei o seu texto.
    Isso porque nós nem nos conhecemos, acho que ninguém na blogosfera se conhece pessoalmente, mas mesmo assim torcemos e vibramos pelo outro.
    É um realmente um sentimento genuíno, e de um altruísmo tão verdadeiro que faz bem a todos nós.

    Isso é uma lição de vida, de como o amor e o zelo pelo próximo, sem nem mesmo conhecê-lo, podem transformar a humanidade em algo melhor.
    E como é libertador fazer o bem sem olhar a quem.

    Tenho recebido o carinho incondicional de todos vcs, se valeu alguma coisa essa jornada até agora, foi ter seguido ao lado de vcs. Fizemos amizades verdadeiras mesmo sendo todos anônimos. Aprendemos e evoluímos em conjunto e isso nos dá força.

    A segunda parte do seu texto é perfeita, e traduz exatamente o que eu penso.
    A importância em nos arriscarmos e vermos o mundo de outra forma. Em manter uma certa liquidez para aproveitarmos as oportunidades que surgem.

    Vc deve conhecer pessoas que olham para o passado e falam: "ahh, pena que eu não tive dinheiro certo na hora certa e no lugar certo".

    Esse tipo de lamentação me incomoda.

    Nunca será o momento certo, e a gente nunca terá o dinheiro que a gente julga ser necessário.

    Quem comprou um lote em Jurerê internacional em Florianópolis há 20 anos, comprou um pedaço de brejo e mato, por um pouco de dinheiro. Não era um cara multimilionário, apenas um cara que resolveu agir e arriscar um pouco.

    Enfim todo o seu texto é primoroso, gostaria de escrever sobre isso, mas vc o fez tão bem que me faltaria recursos para querer acrescentar algo.

    Novamente te agradeço, e quero que saiba que realmente fiquei muito feliz...

    Sigamos em frente com a nossa jornada..

    Grande Abraço

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    1. Olá, PC!
      Obrigado você também, amigo! Uma das coisas que me deixa feliz com o blog é conhecer, mesmo que não pessoalmente, pessoas como você e tantos outros.
      É uma honra mesmo. Depois de exercer um cargo relativamente importante, ganhar dinheiro, ver o mundo, cada vez fica mais claro para mim que conviver bem com outras pessoas, sentir-se bem com a vida que se leva e fazer amigos é a chave para uma vida bem vivida. Poder, dinheiro, etc (não que eu tive ou tenho qualquer uma dessas coisas em grande quantidade, pois eu não tenho ou tive), podem nos iludir sobre o que realmente é importante.

      Aproveite a sua conquista, se possível, descance aí nas festividades de fim de ano, e tudo de bom para você!

      Abraço!

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  2. Eu fico feliz com o sucesso das pessoas que admiro.

    No ramo de imóveis, investi em pequenas casas de aluguel. Hoje, não compraria um apartamento pronto e nem casas de médio e alto padrão.

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    1. Olá, Viver de Aluguel.
      Eu sei, tenho lido os seus posts. Muito bacana. Bem-feita as casinhas que você construiu. Mais de R$ 6.000,00 em aluguel de imóvel físico é um belo fluxo de caixa, meus parabéns!
      Vou adicioná-lo ao blogroll para ser mais fácil ler os seus artigos.

      Abraço!

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  3. Soul,

    Nota-se que você é uma pessoa extremamente desenvolvida em vários aspectos da vida e, como jovem, busco algo parecido (e que difere e muito dos meus colegas): sucesso financeiro sim, porém acompanhado de equilíbrio, espiritualidade e desenvolvimento pessoal, como um todo.

    No que tange à área financeira, gostaria de agradecer pelos ensinamentos. Além disso, peço que, se possível, faça mais posts acerca da sua estratégia em leilões de imóveis (fico curioso principalmente em como começou).

    Desde já agradeço!

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    1. Grato, colega. Fico feliz com as palavras. Creio que você quer se desenvolver de forma equilibrada e isso é muito bom.
      Eu estava reticente de escrever sobre o tema, mas vou escrever mais de uma maneira que não exponha demais eventuais operações minhas em andamento.
      Abraço!

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  4. Soul, gosto dos seus textos pelo equilíbrio que nos faz pensar entre qualidade de vida e dinheiro. Estou smp aqui vendo duas recomendações e comentando quando conveniente. Um abraço para vc e sua família, e um grande PARABÉNS para o PC pela sua conquista.

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  5. Excelente post, principalmente no que tange à construção. Mantenho a mesma ideia, os negócios do mundo 'real' é que trazem maior aumento de patrimônio, mas é importante diversificar, tanto que tenho um pé nos FIIs ...

    Abraço

    VDC

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    1. Olá, VDC!
      Claro, a diversificação é importante. Gosto bastante de FII, e já escrevi muitos artigos a respeito. Tenho algo em torno de 5% do meu patrimônio em FII, e quando chegar a hora quero aumentar para 25%.

      Abraço colega!

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  6. Boas Soul Surfer,

    Vim pelo blog do Pobre Catarrento, estou lendo seu blog todo e acompanhando.

    Poderia adicionar meu blog na sua lista?

    http://investimentos2016.blogspot.com.br/

    Abraço

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